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PÓLIPO UTERINO

Chamamos de pólipo uterino, pequena lesão que surge dentro do útero, pela proliferação da camada interna (endométrio). Essa lesão pode ser parecida com uma verruga ou com uma pontinha de dedo. Quando aparece no colo uterino chamamos de pólipo endocervical.

O pólipo é mais frequente em mulheres na menopausa, mas pode aparecer em qualquer idade.

São lesões benignas em sua grande maioria, mas podem, em alguns casos se tornarem malignas.

Quais são os sintomas?
Muitas mulheres possuem pólipo e não apresentam qualquer sintoma, mas podem ser a causa de:
• sangramento pós relação sexual;
• menstruação em grande quantidade ou fora do período;
• cólicas fortes durante os dias que apresenta sangramento;
• sangramento após a menopausa;
• dificuldade para engravidar;
• corrimento diferente, principalmente quando estão no colo uterino.

O que pode causar o surgimento de um pólipo?
Pacientes com variação hormonal tem maior risco de formarem pólipos.
• perimenopáusicas;
• que fazem uso prolongado de estrogênio;
• naquelas com ciclos menstruais muito irregulares e longos, como as que possuem ovário policístico;
• nas mulheres com obesidade;
• nas que fazem uso de tamoxifeno, uma medicação para tratamento do câncer de mama.

Diagnóstico
Pode ser diagnosticado por um exame ginecológico de rotina durante o exame especular, para os casos que estão saindo pelo colo uterino ou em uma ecografia transvaginal. Como são assintomáticos, em sua maioria, podem ser encontrados em qualquer exame de imagem que avalia o útero como: ressonância, tomografias, ecografias, colposcopias.

E o tratamento?
Para os pólipos pequenos, geralmente menores que 1cm, em pacientes assintomáticas, podemos apenas observar e acompanhar com novas ecografias de 6 em 6 meses. Já em pacientes com sintomas (sangramento, corrimento, cólicas) ou naquelas com pólipos grandes ou que estão crescendo, recomendamos a retirada. (polipectomia).

O padrão ouro para a retirada de um pólipo e através de uma cirurgia chamada histeroscopia cirúrgica. Na cirurgia, que é realizada no hospital, com anestesia, o médico ginecologista usa um aparelho da grossura de uma caneta. O aparelho entra pela vagina, sem a necessidade de realizar cortes. Com uma câmera o médico vai observando toda a cavidade uterina, quando encontra o pólipo, consegue cortar e cauterizar. O paciente não precisa ficar internada e a recuperação é rápida.

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